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Cada vez mais, nossa cultura diz que devemos ser membros passivos de um grupo ou outro. O que importa, dizem, não são as escolhas que fazemos como indivíduos, mas nossa etnia, nosso gênero ou nosso “privilégio”. Essa visão é generalizada em nossa cultura – na política, na psicologia, na filosofia, na ciência, na lei e na ética.

Em seu romance <em>A nascente</em> (e em seus outros escritos), Ayn Rand desafia as doutrinas do coletivismo e introduz uma nova e radical concepção de individualismo. Ela rejeita a mentalidade tribal e oferece uma visão sobre a existência humana de que não somos membros intercambiáveis de algum coletivo, mas indivíduos soberanos e independentes, cujos interesses se alinham. Nesse curso, especialistas no Objetivismo discutem a perspectiva única de Rand sobre o individualismo e sua antítese, o tribalismo.